In Sanara Um livro na Faculdade

Um livro na Faculdade #1

HEYYYYY,

Sabemos que na faculdade, existem uma infinidade de livros que os professores passam com o intuito de fixar e entender ainda mais a matéria. Pensando nisso resolvi abrir essa série: Um livro na faculdade.  O intuito é ajudar os alunos que fazem a mesma área que nós, afinal, são autores importantes e renomados. Lembrando que é apenas uma breve informação sobre o conteúdo, é muito complicado falar sobre todo o livro sem ao menos deixar o post E-N-O-R-M-E!


VAMOS AO PRIMEIRO LIVRO? VAMOS SIM !
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O nosso querido gênio, Umberto Eco, foi um escritor, filósofo, semiólogo, linguista e bibliófilo italiano de fama internacional. Nasceu em 5 de janeiro de 1932- Alexandria, Itália. Faleceu em 19 de fevereiro de 2016. ( WIKIPÉDIA)


Ele faz parte da escola sociológica européia. Na década de 1960, surge na Itália e na França, um grupo de pesquisadores que penetraram nos estudos de comunicação de massa, pelo viés de mensagem, utilizando a técnica da análise de conteúdo. Trata-se de um grupo de estruturalistas formado por Umberto Eco, Edgar Morin, Roland Barthes, Jean Baudrillard, entre outros. A escola Sociológica européia, estuda os produtos culturais, conteúdo das mensagens de cultura de massa.
Esses intelectuais tinham em comum uma postura crítica, mas não preconceituosa, em relação aos produtos culturais. Utilizavam os princípios da semiologia e aplicavam a análise estrutural em seus trabalhos. Todos divergiam tanto das posturas funcionalistas como das frankfurtianas. Eco, em seu livro Apocalípticos e integrados, não mostra uma postura diferente.
Nesta análise, viajaremos pelo mundo real, o mundo da cultura de massa, entre os integrados e, apocalípticos - pesquisadores, marxistas e apoiadores da teoria de frankfurt.
Umberto Eco, em seu livro APOCALÍPTICOS E INTEGRADOS, publicou vários ensaios relacionados à cultura de massa e seus pensamentos relacionados a estes meios.
Eco divide a sociedade em dois pensamentos: apocalípticos e integrados. Integrado é o indivíduo que recebe todas e quaisquer informações culturais. A pessoa não pensa de forma crítica. Para o integrado, não existe o problema de essa cultura sair de baixo ou vir confeccionada de cima para consumidores indefesos. Logo, se os apocalípticos confeccionam teorias sobre a decadência, os integrados não fazem isso.
No fundo, o apocalíptico consola o leitor porque lhe permite entrever, sob o derrocar da catástrofe, a existência de uma comunidade de “ super-homens” capazes de se elevarem, nem que seja apenas através da recusa acima da banalidade média.
O Super-Homem é típico da cultura de massa, herói superdotado, usa suas possibilidades operativas para fazer aquilo que é correto. E é valorizado nesta cultura.
O Apocalíptico, ao invés de analisar a cultura de massa caso por caso para saber suas características, analisa e nega todo o conjunto.  Ao fazer isso, atrai então uma estranha propensão emotiva e manifesta um complexo de amor-ódio.
Esse é um dos fenômenos mais curiosos e apaixonantes daquele fenômeno de indústria cultural que é a crítica apocalíptica à indústria cultural. Como a manifestação, a duras penas mascaradas de uma paixão frustrada, de um amor traído; ou melhor, como a exibição neurótica de uma sensualidade reprimida, semelhantes à do moralista, que, denunciando a obscenidade de uma imagem, detém-se tão demorada e volumosa sobre o imundo objeto do seu desprezo que trai naquele gesto, a sua real natureza de animal carnal e concupiscente.
Eco faz crítica aos integrados (funcionalistas) pela passividade que se colocavam diantes das questões relativas a cultura de massa.  Critica a forma como a teoria de frankfurt estava centrada no pessimismo diante da sociedade de massa, por negar a cultura de massa sem realmente analisá-la. Fala que nem mesmo os frankfurtianos como críticos da cultura de massa poderiam estar fora da abrangência dela.


Claro que neste post relata a ideia principal do título, vale a pena se aprofundar na leitura para entender melhor sobre a cultura de massa.

*Imagens retiradas do Google Imagens

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In ciência corpo humano E se... história Hitler realidade alternativa

Resenha do livro E se...


O livro se trata de um compilado atualizado das melhores matérias da seção “E se?” da revista Superinteressante. Temos 86 situações hipotéticas que são explicadas com ajuda de especialistas das mais diversas áreas. O livro é dividido em 7 categorias: ciência, história, Brasil, mundo, sexo, corpo humano e curiosidades.
“E se...” é de caráter filosófico, mas com características que só o jornalismo poderia apresentar como linguagem acessível e objetiva e bastante apuração. Contudo, o livro tem o defeito de não dar autoria aos jornalistas que escreveram e atualizaram cada matéria para a publicação do livro em 2015.
Para dar um gostinho do livro, eu selecionei a melhor matéria de cada categoria de acordo com o meu gosto e a relação com a nossa realidade para fazer um pequeno resumo.




Ciência
“E se os Neandertais ainda estivessem vivos?”

Para os autores do texto, os Neandertais, por serem mais fortes e menos desenvolvidos intelectualmente, seriam escravizados ao longo dos séculos para fazerem trabalhos braçais e sempre estariam atrás em relação às tecnologias dos Homo sapiens. Neandertais iriam sofrer preconceito e o mundo seria dividido em Homo sapiens e Neandertais. Também haveria híbridos das duas espécies, mas isso não é novidade já que, de acordo com o texto, se você não é 100% africano, você tem 6% de Neandertal em seu DNA graças às relações entre os Homo sapiens e Neandertais no passado. A conclusão que o texto tira é que o mundo seria diferente, mas incrivelmente parecido com o de hoje em relação aos problemas sociais.

Abertura da seção de História


História
“E se o ocidente tivesse deixado o Islã em paz?”

Primeiramente, os mapas precisariam ser mudados, porque diversos países tornariam-se uma única nação. Em segundo lugar, os territórios islâmicos seriam regiões menos tumultuadas já que os ocidentais aumentaram as rivalidades existentes na região.  Ainda sim, o governo não se separaria da religião e a democracia seria um pouco diferente da nossa, constituída de leis híbridas para agradar tanto os povos como as relações de comércio com o exterior.

Brasil
“E se o golpe de 64 não tivesse existido?”

No texto, há fontes que digam que o nosso país estaria pior, mas a maioria disse que estaria melhor. As reformas de base, propostas pelo presidente João Goulart, poderiam ter alavancado o desenvolvimento do Brasil, principalmente na educação onde poderíamos ter taxas baixíssimas de analfabetismo e diversas pesquisas em universidades. Por outro lado não teríamos músicas contra ditadura. Eu não sei vocês, mas eu preferia abdicar das músicas em prol de um país melhor.

Mundo
“E se o Euro acabasse?”

Escolhi esta hipótese porque ela é uma questão extremamente atual por conta da saída do Reino Unido da União Europeia, mais conhecida como Brexit. Para o livro, a Alemanha conseguiria impor sua moeda, o Marco, e ela seria mais forte que o Dólar e a Libra. A Grécia poderia entrar em colapso, e algumas economias intermediárias, como a da França, passariam por alguns apertos financeiros, mas continuariam fortes ao desvalorizar o câmbio em prol da exportação. Itália e Grécia se tornariam destinos populares e baratos para viagens. E também poderia existir uma migração de portugueses para o Brasil em busca de empregos.

Ilustração do texto "e se dinheiro desse em árvore?"

Sexo
“E se todas as espécies pudessem cruzar entre si?”

Quando misturamos várias massinhas de modelar juntas, elas viram uma cor só. O mesmo aconteceria com as espécies: Todas as espécies seriam uma só, e com isso, qualquer mudança feita no ambiente poderia acabar com essa espécie única e por consequência com a vida no planeta.

Corpo Humano
“E se todo mundo fosse obeso?”

O padrão de beleza mudaria. O menos obeso seria o mais bonito. Modelos plus size seriam os novos sex symbols e o seres humanos ainda continuariam lutando para serem saudáveis por conta das doenças, e ao invés de aproveitar para comer, seríamos ainda mais pressionados para manter um estilo de vida saudável. Cadeiras, assentos de carros e aviões seriam maiores para nos acomodar.

Curiosidades
“E se o mundo inteiro falasse a mesma língua?”

Muitos mal-entendidos seriam resolvidos, mas a vida da língua única seria muito breve. Cada região adaptaria a língua para a sua cultura e com cada adaptação a língua iria se tornar cada vez mais diferente até não existir mais um língua só.

O livro apresenta muitas outras possibilidades além dessas como “e se a Terra parasse de girar” e “e se o teletransporte tivesse existido?”. Para conhecer todas, só lendo!



Título: E se…
Páginas: 216
ISBN: 978-85-364-1866-7
Ano: 2015
Revista Superinteressante
Editora Abril

Gostou do livro? Já leu? Tem outras indicações? Comente aqui em baixo! Curta e compartilhe.

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In a tristeza que uma coxinha concebe. SANARA coxinha

Uma coxinha

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Como é formosa, bonita, como você me encanta, seduz. Tão saborosa, crocante, muitas vezes premiada com catupiry. Os veganos te odeiam, tanto faz! Sobra mais para mim.


Sabe coxinha, na faculdade você me deixou tão triste, eu não sabia que iria me desagradar tanto. Com seu preço... fico triste até.


Meu caro leitor, tenha em mente: até uma coxinha muda de sentido quando você está em uma universidade, não fica o mesmo valor, o mesmo sabor, o mesmo sentimento. Antes de entrar na faculdade, sugiro que faça uma poupança - não para comprar só coxinha, outras coisas também.

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Isso é papo sério, apesar de começar falando de coxinha, entenda a real importância, na vida existem imprevistos e na faculdade existem sustos financeiros.



* Imagens retiradas do Google imagens

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In

JORNALISMO PORQUE SIM !!!!

Olá sou a Gisele tenho 21 anos, muitos dizem que nem parece (risos), mas enfim, sou estudante de jornalismo. Muitos me acham louca por ter decidido fazer isso da vida, dizem que é uma ‘‘área difícil’’, como se tudo na vida fosse fácil, como se qualquer outro curso superior fosse garantia de trabalho e estabilidade financeira.
Desde a adolescência eu já sonhava em seguir nesta profissão, lembro-me de quantas vezes escrevi isso no meu bloco de notas e quantas orações eu fiz para receber essa graça. As pessoas não sabem da metade dos desafios que um estudante de jornalismo enfrenta e só nos perguntam “quando você vai aparecer na TV?” ou “...no Jornal Nacional?’’. Mal sabem eles que jornalismo vai muito além disso, e que nos bastidores, as coisas não são tão perfeitas assim.
O jornalismo vai muito além de aparecer em uma tela. Jornalismo dá trabalho e exige muita responsabilidade. Um jornalista é como um médico: ele pode salvar, mas também pode destruir vidas. Mas na verdade, meio dessa loucura toda, o meu maior sonho é conhecer o mundo, novas pessoas de diferentes culturas e mostrar essas incríveis experiências para todo mundo fazendo com que enriqueçam suas almas com o meu trabalho e sintam a liberdade que ele transmite.
Espero que vocês, novos estudantes que embarcaram neste mesmo sonho, tenham consciência de tudo que vão enfrentar e de toda a responsabilidade que pesará sobre seus ombros. Espero que vejam o jornalismo como forma de mudar o mundo e não como forma de enriquecer ou ficar famoso(a) até porque se é isso que pretendem, vocês vão se decepcionar (risos).

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In Desabafo Vitória Torres

DESABAFO DE UMA UNIVERSITÁRIA

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Você já se sentiu como se não pertencesse a esse estilo de vida? Por dentro de você já cogitou a ideia de que não era isso que gostaria de estar fazendo? Somos pegos por pensamentos questionadores em relação ao mundo e todos. E é com essa introdução que começo o meu texto.
Cursar uma faculdade de jornalismo é excelente, mas te tirar da sua zona de conforto é desafiador. Quando escolhi o jornalismo como opção de carreira, não pensei nos desafios que viriam com ele. Fui incentivada por uma professora de Língua Portuguesa no Ensino Médio. Até então para mim era algo maravilhoso, aprendi a admirar e me interessar pela profissão. Alguém notou em mim uma vocação que eu poderia desenvolver na minha vida profissional. Os anos foram passando e com eles o período dos vestibulares também. Não concordo que a pessoa tem que entrar em uma faculdade assim que termina o Ensino Médio. Será que a pessoa está psicologicamente preparada? Está certa do que quer cursar? Ou está apenas tomando mais um passo para agradar alguém? Complicado, de fato!!!
Entretanto, nenhuma das perguntas supracitadas foram cogitadas por mim, ao contrário, estava certa que deveria começar uma faculdade assim que terminasse o colegial. Não queria perder o meu tempo, já estava tudo planejado. Conquistei uma bolsa 100% pelo programa do governo PROUNI, estava muito feliz, pois estava contemplando a realização de um pedido que eu havia feito para Deus.  O “primeiro semestre” porque entrei direto com a turma do segundo, já que o inicio das aulas foi em agosto, foi uma surpresa. Estava focada e para mim tudo era novidade e queria fazer parte desse mundo.
Agora no segundo semestre, algumas coisas têm me incomodado, como por exemplo, o fato de eu exercer uma profissão que não tem a ver com área que eu estudo, a minha vida espiritual, e sim, eu sou evangélica, a minha vida pessoal entre outras coisas. É como se você sentisse que nada estivesse se encaixando e a todo instante eu gostaria de tomar o controle disso tudo. Se tudo fosse mais devagar, se as pessoas não te cobrassem tanto, se as reponsabilidades não fossem tão “pesadas”.  Tudo seria tão mais fácil ...
O legal da vida é que existem esses tipos de situações que não só vem para te amadurecer, mas também para descobrir se de fato é isso que você quer para a sua vida. Tenho sonhos e projetos, não excluo o Jornalismo, pois eu sei que estou só no começo dessa trajetória. Sei que terei muitas experiências, também sei que se eu não conseguir, eu terei a chance de começar de novo. O que não podemos fazer é desacreditar de nós mesmo e da nossa capacidade de construir novas histórias.
Quando você se sentir perdida, pensa o quanto você conquistou para chegar até aqui ...


Vitória Torres.

*Imagens retiradas do Google Imagens

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